3 brincadeiras que marcaram os anos 80 e 90: quem se lembra?

Quem é da época de 80 e 90 sabe o que é brincar de verdade! Ok, vídeo game, internet e celular são muito legais, mas as brincadeiras que marcaram nossa infância, sem dúvida alguma, são muito melhores e inesquecíveis.

A gente saía pra rua encontrar os amigos e passar a tarde toda se divertindo, chegando ao ponto de alguns pais irem buscar os filhos pela orelha pra voltarem para casa!

3 brincadeiras marcaram muito os anos 80 e 90. Quem aí se lembra?

1. Amarelinha

Essa é uma das brincadeiras mais famosas dos anos 80 e 90. Além de ser bem simples de jogar, era considerada diversão garantida pra tarde inteira.

Primeiro era preciso “construir o campo” do jogo. Com giz eram formadas “casas” que iam do número 1 ao 10, de forma crescente, e, ao fim, a casa “céu”. Fica claro que o objetivo era chegar ao nessa última casa.

O participante deveria jogar uma pedrinha para acertar a demarcação do número da vez (começava no 1, depois o 2 e assim por diante). Acertando a pedrinha, ele deveria ir pulando com uma perna só nas casas sozinhas e com as duas pernas nas casas duplas até chegar ao “céu”, depois voltar pulando todo o caminho novamente e pegar a pedrinha.

Sempre, seeempre haviam as famosas e inesquecíveis discussões de quem pisou ou não na linha: “Pisou, perdeu!”, “Não pisei!”.

2. Passa-Anel

Passa-Anel era uma brincadeira muito boa para momentos de “descanso físico”, afinal a ideia era recuperar as energias sem parar com a diversão.

Em um grupo de crianças, decidia-se quem ficaria com o anel na mão (o famoso “passador”) e qual delas seria o “adivinhador”, enquanto as outras se sentavam de boa.

Esticando os braços e com as palmas das mãos unidas, o passador ia de criança em criança passando suas mãos sobre elas. No meio de alguma dessas “passadas”, ele deixava o anel (que também poderia ser uma bolinha de papel, pedrinha, etc).

A missão era simples, agora o adivinhador precisava adivinhar (avá) com quem estava o anel.

Caso conseguisse acertar, ele seria o próximo passador e escolheria um amiguinho da roda para ser o novo adivinhador.

3. Telefone sem fio

Até quem não fez parte da infância dos anos 80 e 90 já deve ter ouvido falar nessa brincadeira com um fundinho de lição de moral, né mores?

A ideia principal do telefone sem fio é passar uma mensagem e se divertir ao descobrir como ela vai ser passada no fim da brincadeira, afinal sempre é muito diferente e inusitado.

Primeiro era preciso organizar a galerinha um ao lado do outro. O primeiro jogador elabora uma frase e fala no ouvido do colega ao lado.

Essa mensagem vai sendo passada até chegar ao último participante, o qual falará em voz alta qual foi a frase que a primeira pessoa disse.

Como já esperado, a frase nunca era falada como a original, o que fazia todo mundo rir demais e começar com o julgamento de quem  foi o culpado por modificar a frase por ter entendido tudo errado.

Embora não fosse uma brincadeira que não tinha vencedores e perdedores, a lição é de que nem tudo o que chega aos nossos ouvidos é a verdade.

Fora a diversão, a criançada se reunindo para brincar e rir bastante… ôôô época boa!

A gente era feliz e não sabia, é assim que se fala? Rs

Imagens: Pinterest

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